Edição 1.531 - pág. 20 ANOS Por dentro da Comunicação Pública n A Coluna da ABCPública desta semana destaca a atuação da entidade, que protocolou junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) um conjunto de recomendações para ampliar a transparência e a clareza na divulgação dos gastos de publicidade realizados pelo Executivo Federal, suas empresas estatais e fundações. Entre as medidas solicitadas estão a disponibilização, em um único espaço, de informações consolidadas e atualizadas sobre investimentos em publicidade; detalhamento dos gastos por veículo de comunicação, tipo de campanha e política pública contemplada; retomada da oferta de séries históricas, em formatos abertos e acessíveis; e adoção de boas práticas de transparência ativa. Leia mais no Portal dos Jornalistas. n A entidade, inclusive, anunciou que tem uma nova associada em Roraima: Sonia Lucia Nunes Pinto, jornalista e mestre em Comunicação pela Universidade Federal de Roraima, com especialização em Política e Representação Parlamentar. Trabalhou com assessoria de comunicação em órgãos públicos, veículos de imprensa e instituições como Prefeitura de Boa Vista, Sebrae e Secretaria Estadual de Saúde. Atualmente, é superintendente de Comunicação da Assembleia Legislativa de Roraima, onde coordenou a expansão do complexo de mídia do Parlamento, incluindo a TV e a Rádio Legislativa. Mais informações aqui. EM AÇÃO A Rede JP é uma rede de jornalistas negros, indígenas e periféricos do Brasil e do exterior focados em tornar a comunicação social mais diversa e representativa em toda a sua estrutura. Atuamos com os pilares de representatividade, educação e oportunidade. Conheça o nosso banco de talentos e acesse as nossas redes: @RedeJP | Linktree. Construir vínculos e inspirar as pessoas: é para isso que existimos. Faça parte da nossa rede: [email protected] R E D E Esta coluna é de responsabilidade da Jornalistas Pretos – Rede de Jornalistas pela Diversidade na Comunicação Setembro marca o mês da luta por direitos das pessoas com deficiência, mas no jornalismo brasileiro ainda há muito a ser feito para garantir acessibilidade. Segundo pesquisa do movimento Web para Todos, em parceria com a BigDataCorp (2024), apenas 2,9% dos 26,3 milhões de sites analisados eram acessíveis − e entre portais de notícias, 96,6% apresentavam falhas como ausência de legendas e de descrições de imagens. Em entrevista à Rede JP, Larissa Pontes, jornalista e fundadora do Instituto Eficientes, destacou que a acessibilidade ainda não é tratada como parte da qualidade jornalística. Falhas técnicas, ausência de profissionais com deficiência nas redações e falta de financiamento sustentável são barreiras persistentes. Ela lembra que a Lei Brasileira de Inclusão reconhece a acessibilidade comunicacional como direito, mas carece de aplicação efetiva. O debate ganha uma camada interseccional ao evidenciar a invisibilidade de pessoas negras com deficiência, reforçando a necessidade de inclusão plena nas redações, tanto na produção quanto nas lideranças. Leia a reportagem completa neste link. Acessibilidade no jornalismo: avanços tímidos e urgências interseccionais
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