Edição 1.462 página 5 conitnuação - MediaTalks HÁ 10 ANOS APERFEIÇOANDO O MERCADO DE COMUNICAÇÃO VOCÊ TEM QUE ESTAR AQUI! A MAIOR FERRAMENTA DE ENVIO DE RELEASES DO BRASIL! MAIS DE 55 MIL JORNALISTAS NO MAILING DE IMPRENSA! O QUE VOCÊ ESTÁ ESPERANDO PARA CONTRATAR? “Chocada e irritada” − A atriz Scarlett Johansson expôs em 20/5 a sua indignação com o uso de uma voz supostamente copiada da sua em um novo sistema da IA ChatGPT e criticou diretamente o CEO da OpenAI, Sam Altman. Apesar da a OpenAI ter voltado atrás e “pausado” o uso da voz semelhante à da atriz no Sky, o caso expôs mais uma vez a controvérsia em torno dos direitos autorais nas aplicações de inteligência artificial generativa. Em um longo comunicado publicado nessa segunda-feira (20), Johansson revelou os detalhes de um convite feito por Altman para a utilização de sua voz, que ela recusou – mas mesmo assim a empresa seguiu em frente, o que a deixou “chocada, irritada e sem acreditar que o Sr. Altman tinha usado uma voz tão estranhamente semelhante que nem os amigos próximos e meios de comunicação perceberam a diferença”. Assange vence − O Superior Tribunal de Justiça do Reino Unido deu em 20/5 a Julian Assange o direito de apelar mais uma vez contra a extradição para os EUA, onde responde a 18 processos movidos pelo governo americano por ter publicado documentos confidenciais sobre operações militares no Afeganistão e nos EUA. A decisão significa que os dois juízes responsáveis pelo caso não consideraram suficientes as garantias dos EUA de que Assange não enfrentará a pena de morte e que poderia se defender das acusações de espionagem com base Primeira Emenda da Constituição, que garante liberdade de expressão. Ao entrar no Tribunal para a audiência, a mulher de Assange, Stella, disse esperar que a Corte tomasse a decisão certa, mas que se não o fizesse, a defesa acionaria o Tribunal Europeu de Direitos Humanos. Por enquanto isso não será necessário, abrindo esperança para uma reviravolta no caso que parecia perdido. Photo London − A exposição anual Photo London está apresentando na capital britânica um panorama internacional e histórico da fotografia, com 120 galerias exibindo trabalhos de mais de 400 artistas de 30 países. As obras expostas vão do pessoal ao político; da documentação social ao glamour da moda e à beleza da natureza. Todas as técnicas estão presentes: fotos em preto e branco do século 19, registros analógicos e digitais e imagens manipuladas ou criadas com ferramentas de inteligência artificial. A mostra, no centro cultural Somerset House, reúne imagens de grandes nomes da fotografia contemporânea e trabalhos de fotógrafos que marcaram a história dessa arte, como a correspondente de guerra Lee Miller. Liberdade piorou − Na gestão do presidente Ebrahim Raisi, que assumiu o cargo em agosto de 2021 e morreu em um acidente de helicóptero em 19/5, o Irã consolidou-se como um dos piores países do mundo para a liberdade de imprensa, de acordo com rankings internacionais que classificam os países com base em atos de censura, ataques, prisões e impunidade de crimes contra jornalistas. O país é o 176º no Global Press Freedom Index 2024 da Repórteres Sem Fronteiras, que lista 180 nações e é a principal referência internacional sobre violações cometidas contra a mídia. Em 2021, quando o linha-dura Raisi tomou posse, era o 174º. As perseguições sob o comando do presidente, que ficou conhecido como “açougueiro de Teerã” por sua participação ativa em execuções em massa, intensificaram-se em 2022, após a morte da jovem curda Masha Amini, com prisões e sentenças pesadas a jornalistas que noticiaram o caso. Riscos a jovens − A Comissão Europeia anunciou em 16/5 que a Meta, proprietária de Instagram, Facebook e WhatsApp, será formalmente investigada por suas práticas relacionadas aos usuários jovens. O comissário europeu, Thierry Bretton, disse em um comunicado “não estar convencido de que empresa faz todo o possível para cumprir com as obrigações da DSA [Lei de Serviços Digitais, que regula a atuação das plataformas no bloco] no que diz respeito a mitigar os efeitos negativos físicos e mentais sobre jovens que utilizam o Facebook e o Instagram. Em abril, a mesma lei foi usada como fundamento para uma investigação sobre uma nova versão do TikTok, lançada na Espanha e na França, que remunerava os usuários mais ativos. Esta semana em MediaTalks Roling Stones 1973 David Bailey | Cortesia Camera Eye
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