Jornalistas&Cia 1462

Edição 1.462 - 22 a 28 de maio de 2024 n A Gazeta de Bebedouro, cidade do interior de São Paulo, celebrará 100 anos de circulação em 6 de junho. Criado quando Bebedouro completava 40 anos, o jornal impresso foi testemunha e protagonista da história da cidade. O aniversário marca a renovação de seu compromisso em trazer informação ao povo bebedourense. u Fundado em 1924 pelo comunicador e político Lucas Evangelista, inicialmente como um órgão oficial do Partido Republicano, o veículo tornou-se independente somente posteriormente. Ele circulava aos domingos e contava com colaboradores como Elizário de Vasconcelos, Leal Filho, Eugenio Silva, Estácio Caldeira Cardoso e José Evangelista, seu filho. Permaneceu sob o comando de Lucas até sua morte, em 1940. u Em 1943, a Gazeta passou a ser comandada por José Caldeira Cardoso, mais conhecido como Juca Caldeira, juntamente com a esposa e escritora Sarah Pacheco Cardoso. Durante 45 anos, ele não só utilizou o jornal como uma ferramenta de informação, mas também como um meio de prestar serviços à população. u Entre eles, a criação da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Bebedouro. Em entrevista a J&Cia, Sarah Cardoso, filha de Caldeira e atual diretora, contou sobre o surgimento da ideia: “Nós temos uma relação muito próxima com nossos leitores. Lembro de quando ele recebeu um grupo de pais de alunos portadores de deficiência, eles desejavam a ajuda do jornal para criação de uma Apae na cidade e meu pai abraçou a missão”. Leia a matéria completa. n A Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg) anunciou em 20/5 os 25 finalistas do VII Prêmio de Jornalismo em Seguros. Foram ao todo 306 trabalhos inscritos, que passaram por análise criteriosa dos membros do Comitê de Seleção do prêmio. u Os finalistas serão agora avaliados pela Comissão de Julgamento, que elegerá os vencedores em cada uma das cinco categorias, além do Vencedor Geral do Prêmio. A cerimônia de premiação está marcada para 11 de junho, na casa de espetáculos Blue Note, em São Paulo. u Organizada por Escola de Negócios e Seguros (ENS), Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) e Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor), esta edição do Prêmio conta com o patrocínio de oito seguradoras: Prudential (Master), Porto (Ouro), Allianz (Prata), Bradesco Seguros (Prata), Brasilcap (Prata), Capemisa (Prata), Seguros Unimed (Prata) e Tokio Marine (Prata). u Confira no Portal dos Jornalistas a relação completa dos finalistas. VII Prêmio de Jornalismo em Seguros anuncia finalistas Gazeta de Bebedouro completará 100 anos de circulação em junho

Edição 1.462 página 2 Últimas n Alexandra Moraes, atual secretária assistente de Redação da Folha de S.Paulo, assume em 3 de junho o cargo de ombudsman do jornal, em substituição a José Henrique Mariante. O mandato será de um ano, com possibilidade de renovação de um ano, em comum acordo com a direção de redação. Lívia Marra será a nova secretária assistente de Redação, em substituição a Alexandra. u Ao J&Cia, Alexandra falou sobre o novo desafio profissional: “Pode parecer paradoxal, mas é um entusiasmo na mesma medida da responsabilidade e da pressão que naturalmente acompanham o cargo. O jornal teve grandes profissionais exercendo as funções de ombudsman e é uma honra poder ocupar agora esse lugar”. u Ela é a 15ª ocupante do cargo de ombudsman do jornal, sendo a 7ª mulher. Sua primeira crítica interna circulará no mesmo dia 3 de junho e a primeira coluna dominical será publicada em 8 de junho. Na Folha há 23 anos, foi editora de Diversidade e Ilustríssima, editora adjunta de Especiais e Ilustrada e redatora da Primeira Página. Além de jornalista, é quadrinista, autora da tirinha O Pintinho, desenhada no software Paintbrush. Os quadrinhos renderam três livros e têm mais de 40 mil seguidores nas redes sociais. u “Além do papel de se manter firme no meio dessa maré pesada de desinformação, acho que o trabalho passa também pela valorização da contribuição do leitor, desse leitor que de fato lê o jornal, que não é só um leitor de manchete, de post de rede social, mas que está interessado no conteúdo e que banca o jornal. Eu penso muito na valorização desse leitor”, declarou Alexandra à Folha. u José Henrique Mariante passa a integrar a equipe de repórteres especiais da Folha, tendo como primeira tarefa a cobertura dos Jogos Olímpicos em Paris. n A Folha de S.Paulo anunciou que a repórter Giuliana Miranda passa a assumir o posto de correspondente climática do jornal. A jornalista acompanhará assuntos relacionados às mudanças climáticas globais, diretamente de Madrid, na Espanha. A função de correspondente climática, já adotada por outros veículos internacionais, é inédita no Brasil. u Giuliana, que é luso-carioca, viveu por mais de dez anos em Lisboa, Portugal. Lá, fez mestrado em ciência política e relações internacionais na Universidade Católica Portuguesa. Ela agora mudará para a capital espanhola. Chegou à Folha em 2010 e foi repórter de Ciência e Saúde e da Agência Folha. Na carreira, cobriu diversas pautas relacionadas às mudanças climáticas, como COPs do clima, a Rio+20 e a conferência dos oceanos das Nações Unidas. Também assinou reportagens especiais sobre biomas como Amazônia e Pantanal. Giuliana também atua como comentarista na TV portuguesa SIC Notícias. u Segundo a Folha, o objetivo de colocar Giuliana como correspondente climática é ampliar a cobertura do tema por parte do jornal, que tem uma editoria exclusiva para Ambiente desde maio de 2022. Além disso, tem em Manaus o repórter especial Vinicius Sassine. Na imprensa internacional, veículos como CNN, Financial Times, Politico e The New York Times são alguns que têm o cargo de correspondente climático em suas redações. Giuliana Miranda LinkedIn Alexandra Moraes assume em junho o cargo de ombudsman da Folha de S.Paulo Alexandra Moraes Editora Lote 42 Folha cria cargo inédito de correspondente climática Giuliana Miranda assume o posto A família +Admirados da Imprensa cresceu Quer saber mais? Vinicius Ribeiro – (11) 9.9244.6655

Edição 1.462 página 3 n Morreu na madrugada de 16/5 o jornalista esportivo Antero Greco, aos 69 anos, em São Paulo. Ele lutava desde junho de 2022 contra um tumor no cérebro e nos últimos dias estava internado e sedado no Hospital Beneficência Portuguesa Mirante. O velório foi realizado no mesmo dia, no Cemitério Redentor, no Sumaré. u A ESPN, veículo no qual Greco passou 30 anos de sua carreira, publicou uma homenagem ao jornalista: “O Jornalismo, assim mesmo, com J maiúsculo, está de luto. Antero Greco deixa não só o Jornalismo órfão neste dia, mas também o fã de esporte que se acostumou a assistir à extraordinária dupla com Amigão durante tantas e tantas noites de SportsCenter. A TV brasileira perde um dos maiores. E a nós, da família ESPN, ficará a saudade e as grandes memórias proporcionadas por Antero”. u Em 11/5, Paulo Soares, o Amigão, companheiro de bancada de Greco na ESPN, abordou o estado dele em texto publicado na coluna de Juca Kfouri no UOL. Soares tinha avisado que Greco estava “em seus dias finais”. Eles tornaram-se muito amigos e formaram durante anos uma das duplas mais icônicas da ESPN no comando do programa SportsCenter, com uma apresentação mais leve e descontraída. u Referência no jornalismo esportivo, Antero Greco tinha mais de 40 anos de experiência na área. Formado pela ECA-USP, iniciou a carreira no Estadão, em meados da década de 1970. No jornal e na Agência Estado trabalhou como chefe de Reportagem, repórter especial e editor assistente, sempre focado na cobertura esportiva. Passou também por Diário Popular, Popular da Tarde e Folha de S.Paulo. Trabalhou ainda na Bandeirantes, em transmissões do Campeonato Italiano, na década de 1980. É autor dos livros Seleção Nunca Vista e A Goleada, e possuía uma coleção de mais de dez mil obras. u Chegou à ESPN em 1994, quando o canal ainda se chamava TVA Esportes. Era o mais antigo na casa. Fez parte da primeira equipe de transmissão da emissora, ao lado de nomes como o narrador Nivaldo Prieto e os repórteres Paulo Calçade e Gilvan Ribeiro. n O Estadão, mais longevo dos grandes jornais brasileiros, levantou R$ 160 milhões, entre emissões de dívida e um aporte da família Mesquita. A informação é de Geraldo Samor e Pedro Arbex, no Brazil Journal Segundo eles, a SA O Estado de S. Paulo, a empresa que controla o jornal, levantou cerca de R$ 142,5 milhões em duas emissões de debêntures junto a investidores institucionais e de private banking. Uma das debêntures tem prazo de dez anos, renovável por mais dez. Em vez de pagar uma taxa fixa, o papel dá a seu detentor uma participação de 12,5% na distribuição de lucros da empresa. A outra dívida levantada é um título perpétuo, conversível em ações, e também remunerado com base nos resultados da empresa. u Alinhando-se aos credores, informa o BJ, os 15 membros da quarta geração da família Mesquita aportaram R$ 15 milhões em dinheiro novo e cederam 10% de sua posição acionária na Agência Estado para a empresa que controla o jornal e que está tomando a dívida. Em dezembro, os Mesquita já haviam convertido em ações mais de R$ 100 milhões em créditos que tinham contra o jornal. u “O objetivo dessas transações é acelerar os nossos projetos de transformação digital, investir no nosso editorial e manter o Estado como uma empresa jornalística independente”, disse Francisco Mesquita Neto, diretor-presidente do Grupo Estado, ao Brazil Journal. Desde 2019, o Estadão contratou consultorias, mudou seus sistemas de produção, de CRM e paywall, comprou ferramentas de tecnologia e recrutou equipes especializadas no digital. “Agora vamos continuar investindo em novas tecnologias e contratar mais gente com experiência no mundo de conteúdo digital, editorial e processos”, afirmou Mesquita. Nacionais n Morreu em 16/5 o narrador Silvio Luiz, ícone da locução esportiva brasileira, aos 89 anos. Ele estava em coma induzido e intubado no Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo após ter problemas nos rins. O narrador não pôde fazer hemodiálise devido à idade avançada e teve falência múltipla de órgãos. Em abril, ele teve um derrame ao vivo durante a transmissão da final do Campeonato Paulista, na Record. Deixa a esposa Márcia e três filhos: Alexandre, Andréa e André. u Referência máxima na locução esportiva, Silvio Luiz foi uma das principais vozes do esporte brasileiro nas últimas décadas. Iniciou a trajetória no jornalismo esportivo na década de 1960. Pela Rádio Bandeirantes, cobriu as Copas de 1962, 1966, 1970 e 1974 como repórter. Em 1976, tornou-se diretor esportivo da Record e assumiu a função de narrador pela primeira vez, após a morte de Geraldo José de Almeida. u A primeira Copa do Mundo como narrador foi em 1978. Dez anos depois, foi para a Bandeirantes, dividindo a narração esportiva com Luciano do Valle até 1996. Após passagem por três anos no SBT, retornou à Band e ajudou a criar o canal BandSports. Em 2009, assinou com a RedeTV, onde atuou como comentarista. Também teve passagem pela Rádio Transamérica. Ultimamente, narrava jogos para as plataformas digitais da Record. u Silvio Luiz ficou marcado por suas narrações bem-humoradas, com bordões memoráveis como “foi, foi, foi, foi ele”, “acerta o seu daí que eu arredondo o meu daqui“, “olho no lance, éééé…“, “pelas barbas do profeta“, “o que eu vou dizer lá em casa?“, “pelo amor dos meus filhinhos” e “balançou o capim no fundo do gol“. u Antes do jornalismo, participou de duas novelas como ator (Éramos Seis e Cela da Morte), ao lado da irmã, a atriz Verinha Dercy, morta aos 32 anos, vítima de feminicídio. Foi também árbitro de futebol entre o fim da década de 1960 e início dos anos 1970. O adeus a Silvio Luiz... Silvio Luiz Rede TV/Divulgação ...e a Antero Greco Antero Greco Instagram Estadão levanta R$ 150 milhões para transformação digital

Edição 1.462 página 4 De Londres, Luciana Gurgel Para receber as notícias de MediaTalks em sua caixa postal ou se deixou de receber nossos comunicados, envie-nos um e-mail para incluir ou reativar seu endereço. Em um passado não muito distante, sempre que acontecia alguma tragédia relacionada a fenômenos naturais, como no caso das enchentes na Região Sul, a natureza era apontada como a principal responsável. A compreensão dos efeitos da ação do homem sobre o planeta fez com que a mídia passasse a associar com mais frequência o que acontece na vida real ao que os cientistas escrevem em papers acadêmicos. No entanto, a adoção da chamada “atribuição” ainda está longe do que recomendam especialistas em mudanças climáticas. O desafio é que, literalmente no meio da tempestade, muitas vezes falta tempo ou espaço para explicações que podem mudar mentalidades, acelerar transformações e combater a desinformação. E depois que as águas baixam, as estradas são desobstruídas e o comércio volta a funcionar, o jornalismo nem sempre acompanha os desdobramentos, cobrando responsabilidades e contribuindo para evitar que os danos se repitam. Logo após o terremoto de 2023 na Turquia, que deixou mais de 40 mil mortos, a Global Investigative Journalism Network (GIJN) elaborou uma lista com perguntas que a imprensa não deveria deixar de fazer durante e depois de catástrofes semelhantes. O desastre foi agravado por ação humana antes, durante ou depois? Essa pergunta pode desencadear vários ângulos de investigação – desde matérias factuais sobre falhas de planejamento e em sistemas de alerta até a falta de prevenção contra os efeitos previsíveis das mudanças climáticas. O número de vítimas foi influenciado por corrupção ou clientelismo? Segundo um estudo da Nature citado no guia, 83% das mortes causadas por quedas de prédios em terremotos nas últimas décadas ocorreram em países com Durante e depois: guia para jornalistas investigativos lembra o que não pode faltar na cobertura de desastres ambientais corrupção sistêmica. Práticas construtivas são “em grande parte responsáveis por transformar terremotos moderados em grandes desastres”, conceito que se aplica ao Brasil, onde construções irregulares nem precisam de terremoto para virem abaixo. Para onde foi o dinheiro da ajuda − e por que ele pode não ter chegado a quem precisava? Quando milhões são liberados rapidamente em programas de ajuda, não são incomuns os casos de corrupção, favorecimento de fornecedores ou erros que adiam ou impedem a chegada do apoio a quem precisa. O GIJN recomenda atenção a problemas como venda de material de ajuda no mercado negro e cumprimento dos contratos por parte dos fornecedores. O que os registros oficiais dizem sobre a atuação de órgãos de gerenciamento de emergências e sobre uma possível desigualdade na assistência a desastres? O guia recomenda verificar o histórico de liberação de pedidos de assistência para identificar possíveis declínios, e se houve discriminação contra comunidades menos favorecidas, comparando a ajuda aos dados populacionais. O desastre pode ter causado contaminação? Vendavais, deslizamentos de terra e enchentes podem contaminar reservatórios de água, causar vazamentos em refinarias de petróleo ou em fábricas de produtos químicos, fatos que muitas vezes não são revelados sem investigação jornalística. Há ameaças futuras à saúde pública? O GIJN sugere atenção a condições criadas por desastres que podem gerar ondas de doenças no futuro, resultantes de problemas como água que permaneça contaminada ou sistemas de saneamento atingidos pelo evento climático sem o devido reparo. Como noticiar saques de maneira ética? Os especialistas enfatizam que os jornalistas devem tomar cuidado para evitar estereótipos e relatar incidentes desse tipo no contexto das condições enfrentadas por cada comunidade afetada. O que se pode aprender com novos atores que participam da resposta a emergências? Voluntários e fóruns online podem ser fonte de informações independentes importantes e até denunciar más práticas. Sair da esfera das informações oficiais amplia o foco da apuração. Quem lucra com o desastre? Os desastres ambientais registram “casos alarmantes” de golpes e oportunistas tentando lucrar com a tragédia, salienta o GIJN, e isso deve estar no radar da imprensa. Terremoto na Turquia deixou mais de 40 mil mortos ACNUR/Hameed Maarouf)

Edição 1.462 página 5 conitnuação - MediaTalks HÁ 10 ANOS APERFEIÇOANDO O MERCADO DE COMUNICAÇÃO VOCÊ TEM QUE ESTAR AQUI! A MAIOR FERRAMENTA DE ENVIO DE RELEASES DO BRASIL! MAIS DE 55 MIL JORNALISTAS NO MAILING DE IMPRENSA! O QUE VOCÊ ESTÁ ESPERANDO PARA CONTRATAR? “Chocada e irritada” − A atriz Scarlett Johansson expôs em 20/5 a sua indignação com o uso de uma voz supostamente copiada da sua em um novo sistema da IA ChatGPT e criticou diretamente o CEO da OpenAI, Sam Altman. Apesar da a OpenAI ter voltado atrás e “pausado” o uso da voz semelhante à da atriz no Sky, o caso expôs mais uma vez a controvérsia em torno dos direitos autorais nas aplicações de inteligência artificial generativa. Em um longo comunicado publicado nessa segunda-feira (20), Johansson revelou os detalhes de um convite feito por Altman para a utilização de sua voz, que ela recusou – mas mesmo assim a empresa seguiu em frente, o que a deixou “chocada, irritada e sem acreditar que o Sr. Altman tinha usado uma voz tão estranhamente semelhante que nem os amigos próximos e meios de comunicação perceberam a diferença”. Assange vence − O Superior Tribunal de Justiça do Reino Unido deu em 20/5 a Julian Assange o direito de apelar mais uma vez contra a extradição para os EUA, onde responde a 18 processos movidos pelo governo americano por ter publicado documentos confidenciais sobre operações militares no Afeganistão e nos EUA. A decisão significa que os dois juízes responsáveis pelo caso não consideraram suficientes as garantias dos EUA de que Assange não enfrentará a pena de morte e que poderia se defender das acusações de espionagem com base Primeira Emenda da Constituição, que garante liberdade de expressão. Ao entrar no Tribunal para a audiência, a mulher de Assange, Stella, disse esperar que a Corte tomasse a decisão certa, mas que se não o fizesse, a defesa acionaria o Tribunal Europeu de Direitos Humanos. Por enquanto isso não será necessário, abrindo esperança para uma reviravolta no caso que parecia perdido. Photo London − A exposição anual Photo London está apresentando na capital britânica um panorama internacional e histórico da fotografia, com 120 galerias exibindo trabalhos de mais de 400 artistas de 30 países. As obras expostas vão do pessoal ao político; da documentação social ao glamour da moda e à beleza da natureza. Todas as técnicas estão presentes: fotos em preto e branco do século 19, registros analógicos e digitais e imagens manipuladas ou criadas com ferramentas de inteligência artificial. A mostra, no centro cultural Somerset House, reúne imagens de grandes nomes da fotografia contemporânea e trabalhos de fotógrafos que marcaram a história dessa arte, como a correspondente de guerra Lee Miller. Liberdade piorou − Na gestão do presidente Ebrahim Raisi, que assumiu o cargo em agosto de 2021 e morreu em um acidente de helicóptero em 19/5, o Irã consolidou-se como um dos piores países do mundo para a liberdade de imprensa, de acordo com rankings internacionais que classificam os países com base em atos de censura, ataques, prisões e impunidade de crimes contra jornalistas. O país é o 176º no Global Press Freedom Index 2024 da Repórteres Sem Fronteiras, que lista 180 nações e é a principal referência internacional sobre violações cometidas contra a mídia. Em 2021, quando o linha-dura Raisi tomou posse, era o 174º. As perseguições sob o comando do presidente, que ficou conhecido como “açougueiro de Teerã” por sua participação ativa em execuções em massa, intensificaram-se em 2022, após a morte da jovem curda Masha Amini, com prisões e sentenças pesadas a jornalistas que noticiaram o caso. Riscos a jovens − A Comissão Europeia anunciou em 16/5 que a Meta, proprietária de Instagram, Facebook e WhatsApp, será formalmente investigada por suas práticas relacionadas aos usuários jovens. O comissário europeu, Thierry Bretton, disse em um comunicado “não estar convencido de que empresa faz todo o possível para cumprir com as obrigações da DSA [Lei de Serviços Digitais, que regula a atuação das plataformas no bloco] no que diz respeito a mitigar os efeitos negativos físicos e mentais sobre jovens que utilizam o Facebook e o Instagram. Em abril, a mesma lei foi usada como fundamento para uma investigação sobre uma nova versão do TikTok, lançada na Espanha e na França, que remunerava os usuários mais ativos. Esta semana em MediaTalks Roling Stones 1973 David Bailey | Cortesia Camera Eye

Edição 1.462 página 6 Comunicação Corporativa n Foi aberta nessa terça-feira (21/5) a votação para o primeiro turno do TOP Mega Brasil, que elege as feras da comunicação corporativa nas verticais de Agências de Comunicação e Executivos da Comunicação Corporativa – Brasil e Regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul. A premiação, cuja cerimônia de premiação será em 28 de agosto, a partir das 19h, na Unibes Cultural, em São Paulo, abrirá a 27ª edição do Congresso Mega Brasil de Comunicação, Inovação e Estratégias Corporativas, que também já está com as inscrições abertas. u Neste primeiro turno, que vai até 7 de julho, os colegas de comunicação, da imprensa e de áreas afins, como marketing, RH, publicidade, são convidados a indicar até cinco nomes de agências e de executivos de qualquer região do País. Dessa votação sairão os finalistas que vão disputar, em 2º turno, o Troféu da Onça Pintada, símbolo do prêmio. u Aqui o link para votar: https:// encr.pw/38khQ. TOP Mega Brasil abre votação para eleger as feras da comunicação de 2024 n A versão impressa da edição 2024 do Anuário da Comunicação Corporativa estará disponível a partir de 30 de maio e custará R$ 120, mais R$ 25 de postagem. A Mega Brasil colocará apenas 100 exemplares à disposição dos interessados, já que o objetivo é direcionar a publicação em papel apenas para quem a coleciona ou prefere consultá-la folheando suas páginas impressas. u “Como a edição digital é gratuita e aberta a todo o mercado, com audiência que nos últimos anos passou de 330 mil pages views, concentramos a tiragem da edição impressa apenas para os anunciantes, fontes de informação e parceiros institucionais, além de uma pequena reserva para venda ao público e aos colecionadores”, esclarecem os diretores da Mega Brasil Eduardo Ribeiro e Marco Rossi. u Interessados devem fazer a reserva na própria Mega Brasil, com Bruna Valim (brunavalim@ megabrasil.com.br) ou Clara Francisco (clarafrancisco@), até 30 de maio, para garantir os exemplares desejados. Anuário da Comunicação Corporativa Focada em colecionadores e apreciadores do papel, tiragem impressa será limitada. Reservas vão até 30 de maio n O novo Ranking das Agências de Comunicação, divulgado na última semana, no lançamento da edição 2024 do Anuário da Comunicação Corporativa, contou com a participação de 124 agências e grupos de agências de todo o País. Novamente ficaram à frente no levantamento geral os grupos FSB Holding − que pela primeira vez superou a fronteira do meio bilhão de reais, com receita superior a R$ 548 milhões −; In Press, com pouco mais de R$ 280 milhões; Hill & Knowlton Brasil, R$ 145 milhões; e BCW Brasil, R$ 144 milhões – os últimos dois parte integrante do Grupo WPP. Os quatro grupos mantiveram-se na mesma posição da edição passada e também na liderança entre as organizações que declaram seus números como grupo, sem detalhar as receitas individuais das agências que os compõem. u No levantamento em que são apontadas as receitas individuais (e não em grupo) das agências, a liderança ficou novamente com a Weber Shandwick, que chegou em 2023 ao montante de R$ 95,8 milhões (R$ 81,8 na edição anterior), seguida de CDN, com pouco mais de R$ 56 milhões, in.Pacto, R$ 38,1 milhões, e GBR Comunicação, R$ 37,8 milhões. u Entre as agências-butique, o primeiro lugar ficou com a Dialetto, que declarou ter faturado R$ 4,8 milhões, o limite para figurar nesse grupo, pois a partir desse valor entraria para o das grandes e médias; vêm a seguir kubix, com pouco mais de R$ 4,7 milhões, Texto Comunicação Corporativa, R$ 4,6 milhões, e 2PRÓ, R$ 4,5 milhões. u Clique aqui para conferir a íntegra do Ranking e veja nas tabelas as agências e grupos que ficaram nas 15 primeiras posições entre as grandes e médias e as butiques: Ranking das Agências de Comunicação – 2024 Quatro grupos superaram os R$ 100 milhões de faturamento em 2023

Edição 1.462 página 7 n A LLYC anunciou na última semana um acordo para a aquisição da Dattis Comunicaciones, agência colombiana especializada em assuntos públicos, PR e marketing e líder naquele mercado. Com a nova aquisição, a LLYC vai superar os 12 milhões de euros no país, advindos de uma carteira de mais de 140 clientes, com um quadro de quase 180 profissionais. u Pelo acordo anunciado, a LLYC vai adquirir uma participação inicial de 78,69% da Dattis, com uma avaliação de seis vezes o EBITDA. Os outros 21,31% da empresa continuarão nas mãos de Andrés Ortiz, sócio sênior, e serão consolidados por meio de posterior permuta de ações na sociedade resultante da união com a LLYC Colômbia. Darío Vargas, sócio-fundador da empresa, venderá toda a sua participação, assim como os outros sócios minoritários. u A Dattis passará a fazer parte do grupo LLYC e, durante o ano de 2024, continuará operando sob a marca Dattis by LLYC de forma paralela à operação da LLYC na Colômbia. Além disso, durante este ano, as duas empresas vão trabalhar na integração das operações com vistas a 2025. u Esta é a 12ª aquisição da LLYC nos últimos nove anos. Com um valor total de 16,8 milhões de euros, é a segunda maior operação da história da empresa, ficando atrás apenas da compra da Lambert, nos Estados Unidos. A empresa opera atualmente com 27 sedes em todo o mundo e desde 2020 duplicou seu tamanho e EBITDA recorrente. No ano passado as receitas operacionais cresceram 14% e chegaram a 83,1 milhões de euros. n A WPP deve anunciar nos próximos dias como a Ideal se encaixará em sua estratégia mundial de PR, que está em pleno processo de redesenho com a já anunciada fusão entre BCW e H+K. Fontes ouvidas pelo J&- Cia informam que a Ideal − que estava ligada à rede H+K desde 2015 e começou um projeto de expansão para outros países em 2021, abrindo escritórios no México e em Los Angeles, nos EUA − vai se unir a uma premiada rede global da WPP com grande foco em inovação. u O movimento acelera a expansão internacional da agência criada e liderada por Ricardo Cesar, já que a nova configuração contará com mais de uma dezena de escritórios nos EUA e na Europa. Ricardo deve assumir o conselho global da nova rede e manter uma posição executiva direta na América Latina, assegurando que não haja mudanças para os clientes e equipes de Brasil e México. n A agência S/A Comunicação, de Marco Antonio Sabino, está de volta, pouco mais de sete anos depois de ter deixado o mercado, em função das negociações então estabelecidas com a Llorente & Cuenca (atual LLYC). u A agência nasce data driven e com uso intensivo de Inteligência Artificial (IA) para mapeamento e análise de públicos, avaliação de tendências e monitoramento. Dentre os serviços oferecidos estão Comunicação Corporativa, Advocacy, Assessoria de Imprensa, Consultoria Estratégica, Gestão de Reputação, Comunicação de Crise, Comunicação nas Redes Sociais, Preparação de porta-vozes e Produção de Conteúdo. u Essa é a sexta agência presidida por Sabino, que já dirigiu Young & Rubican PR, Hill+Knowlton, Kreab, Llorente y Cuenca (hoje LLYC) e a própria S/A em sua primeira fase. Sabino também atuou em redações de veículos como TV Globo (dez anos) e Grupo Bandeirantes e, no mundo corporativo, foi superintendente de Comunicação da Telefônica, além de Secretário de Comunicação da Prefeitura de São Paulo, na gestão de Bruno Covas. u A proposta desta vez é de valorização da equipe e de gestão de pessoas como prioridade. “Quem tem um time trabalhando feliz entrega melhores resultados”, aposta Sabino. A S/A Comunicação quer ter profissionais seniores na ponta, no relacionamento diário com o cliente, sem prejuízo de um time jovem criando, inovando e ousando. u Sobre essa nova jornada, diz ele: “Já foram quase duas décadas de bons resultados, com um ‘pequeno’ intervalo no nome. Desses que usamos para pensar sobre erros, entender os acertos, recalibrar posicionamentos, rever práticas que trouxeram resultados, reviver melhores momentos. Mas o que vale a partir de agora é escrever uma história nova. Com a vantagem de não ter que partir do zero, de uma folha em branco. O livro tem centenas de páginas e pode ser lido como um manual de boas práticas bastante atual”. conitnuação - Comunicação Corporativa LLYC adquire o controle da Dattis, líder do mercado colombiano WPP anunciará o novo posicionamento da Ideal nas verticais do grupo A volta da S/A, de Marco Antonio Sabino Marco Antonio Sabino

Edição 1.462 página 8 Junia Nogueira de Sá n Mauro Zanatta é o novo superintendente de jornalismo da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e ali chega com a missão de chefiar a assessoria do novo presidente da instituição, Ricardo Alban, e de gerir as múltiplas atividades (relacionamento com a imprensa, produção de conteúdo, Agência de Notícias da Indústria, entre outras), bem como a equipe de comunicação integrada atualmente por 26 profissionais. Sua última jornada foi à frente da Chefia da Assessoria de Imprensa do Banco Central, onde esteve por 5 anos, até fevereiro. u Sobre a chegada à CNI, disse a este J&Cia: “Será um bom desafio e uma nova forma de viver os bastidores de Brasília, algo diferente dos últimos 30 anos do jornalismo das redações e das assessorias no setor público. Até aqui, foram 22 anos na lida diária com a notícia, com muitas reportagens pelos fundões do Brasil, e até alguns prêmios, além de um bom tempo em chefias em Estadão, Valor, Gazeta Mercantil e Correio Braziliense. Na área pública, lá se foram mais 8 anos em BC, Ministério da Fazenda (gestão Henrique Meirelles) e no Ministério da Agricultura, com Roberto Rodrigues”. u Não é demais lembrar que passaram pela CNI nos últimos anos os colegas Carlos Barreiros, Teodomiro Braga, José Edward Lima e Rodrigo Caetano, que ali esteve até o final de abril. Bahia n Suíla Geórgia, que foi do marketing da Rede Bahia por 7 anos e 8 meses, iniciou nova jornada em abril na Salvador Produções, como gerente de marketing. Minas Gerais n Paulo Assis começou agora em maio como coordenador de relações com comunidades e institucionais na Mineração Usiminas, na cidade de Itatiaiuçu. Assume a posição após 13 anos na própria Usiminas, atuando nas unidades de Ipatinga, Cubatão e no corporativo da organização. Rio de Janeiro n Márcia Demézio, que atuou por 8 meses como assessora de imprensa do Hospital Estadual Eduardo Lima, despediu-se em maio para ocupar a mesma função na Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro. n Melissa Domenich Bianchi é a nova head de comunicação corporativa na Citrosuco, empresa global que atua na produção de sucos cítricos. Ali chega após 12 anos na Votorantim Cimentos e com mais de 20 de experiência na área. Nesse período, liderou projetos de comunicação interna, gestão de comunicação digital, marca e relacionamento com a imprensa e influenciadores. No novo desafio, será responsável por fortalecer a comunicação com funcionários e avançar na construção de um posicionamento forte e estratégico com os demais stakeholders. n Deborah Castro começou em abril como diretora do núcleo de clientes corporativos da Edelman, poucas semanas após de ter deixado a Brusnwick, onde foi diretora e atuou por 1 ano e 9 meses. Ali chega com a missão de liderar clientes de diferentes setores, sobretudo no esforço de uma atuação propositiva com vistas à COP30, que será realizada em Belém do Pará no ano que vem. A jornada dela no universo das agências contempla passagens por InPress Porter Novelli, 4Influence, MSL Group, Ideal e Approach, nesta última numa permanência de 17 anos e 9 meses. conitnuação - Comunicação Corporativa Brasília Mauro Zanatta assume a comunicação da CNI Mauro Zanatta Suíla Geórgia Paulo Assis Márcia Demézio São Paulo Melissa Bianchi d eixa a Votorantim e começa na Citrosuco Melissa Domenich Bianchi Deborah Castro reforça o time de diretores da Edelman Deborah Castro

Edição 1.462 página 9 conitnuação - Comunicação Corporativa n Francisco Carvalho, ex-presidente latam da BCW Global e sócio-fundador da FC2 – Consultoria em Gestão da Reputação e da plataforma Grizz, passou a integrar o Conselho Consultivo da Caliber, consultoria global especializada em reputação corporativa com escritórios em 12 países e que está no Brasil desde 2019, dirigida por Dario Menezes. Atualmente, a empresa tem em sua carteira de clientes marcas como B3, Itaú, Pfizer, Equatorial Energia, XP, Nestlé, Hering, Engie e Amil. E mais... n Alessandra Kianek, ex-editora da revista Veja e ex-diretora de conteúdo digital do Grupo Jovem Pan, que deixou em março passado, começou em abril na equipe de especialistas da GBR Comunicação. n Ana Paula Maniá da Matta iniciou em março nova jornada, como gerente de sustentabilidade na HDI Seguros. Ali chega após quase 6 anos como gerente de responsabilidade social e corporativa e de comunicação na Zurich Insurence. n Bianca Souza, consultora de comunicação, despediu-se em abril da Máquina CW, após 3 anos e meio de casa, e logo na sequência integrou-se ao time de comunicação do Assaí Atacadista, na função de assessora de comunicação externa. Antes, foi por 10 meses consultora sênior do Metrô SP. Francisco Carvalho passa a integrar o Conselho Consultivo da Caliber Francisco Carvalho Alessandra Kianek Ana Paula Maniá da Matta Bianca Souza n Cibele Gandolpho chegou em abril para reforçar a equipe de comunicação da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) como coordenadora adjunta de assessoria de imprensa e comunicação digital. Em jornadas anteriores, passou pelas agências Porta Voz, In Press, Approach, And,All e Index, e atuou por 14 anos nas redações dos jornais O Estado de S. Paulo e Diário de S.Paulo. n Eliana Paschoalin, head de comunicação, RP e Publicidade de América Latina e hispânicos dos EUA, deixou a Werner Bros. Discovery em maio, após pouco mais de 2 anos de casa. Antes, liderou por quase 3 anos e meio a Comunicação da HBO Latin American e foi por 9 anos da Burson-Marsteller, período em que liderou a comunicação da Intel. Passou ainda 7 anos e 10 meses na S2 Comunicação (atual Weber Shandwick). n Hadassah Zucoloto, atendimento sênior por 10 meses na Pros, onde esteve até março, começou em abril como atendimento sênior com foco em imprensa no grupo UmaUma. n Ivan Pagliarani, redator criativo e roteirista sênior, despediu-se em fevereiro da RPMA, após quase 1 ano e meio de casa, e está de volta à Verbus Comunicação, onde, na passagem anterior, trabalhou por 12 anos e meio. Nesse retorno, chega contratado como gerente de atendimento e operações. n Juliana Prado Firmino, que esteve na comunicação da Voith e da Voith Paper por pouco mais de 3 anos e meio, começou em março na Odontoclinic, mas na área administrativa, no cargo de gerente administrativa operacional. n Larissa Rocha, ex-InPress Porter Novelli, agência em que esteve por duas vezes, tem trabalho novo. Começou em maio na Danthi Comunicação, como analista para as áreas de PR e digital. Cibele Gandolpho Eliana Paschoalin Hadassah Zucoloto Ivan Pagliarani Juliana Prado Firmino Larissa Rocha

Edição 1.462 página 10 conitnuação - Comunicação Corporativa n A Ágora celebra a chegada da Diageo à carteira de clientes. Além da gestão de comunicação externa com PR, cuidará das ações de comunicação interna e conteúdos digitais da empresa, reconhecida por sua atuação no segmento de destilados e por marcas como Johnnie Walker, Smirnoff, Tanqueray e Ypióca. A conta integra o núcleo dirigido por William Penna Crispim e será gerenciada por Ayla Zanini, com reporte à head de comunicação corporativa da Diageo Fabíola Duarte. As demandas de imprensa podem ser enviadas para [email protected]. E mais... n A Ecomunica, dirigida por Ellen Bileski, também tem novidades em carteira. Passou a atender à Cheirin Bão, franquia que desde 2016 integra o grupo Holding Universal Franchising e que tem por conceito a tradição do café mineiro. n A Encaso passou a cuidar da comunicação da psicóloga Cristina Florentino, mentora em psicoterapia, manejo de traumas e Constelação Familiar. Outras informações com Ana Paula Soares (ana@encasocomunicacao. com.br e 11-98716-6046) e Bruno Neves (bruno@ e 11-99372-4708). n Marcos Ciaravolo de Moraes, coordenador de comunicação, que esteve por pouco mais de 16 anos e meio na Brasilcap, no Rio de Janeiro, despediu-se da empresa em abril para assumir, em São Paulo, em atuação híbrida, a Gerência de Comunicação da Caixa Vida e Previdência. n Naiara Azevedo, gerente global de mídia e operações de marca, despediu-se em março da Kavac. com, em que esteve por 2 anos e 4 meses, até março. Em jornadas anteriores passou por Pinterest (10 meses), FCB Brasil (1 ano), Young & Rubicam (6 anos e 9 meses), além de ter ficado dois anos em intercâmbio na Irlanda. n Nicolle Garcia iniciou em março nova jornada como executiva de atendimento na NR-7. Esteve até então, por 2 anos, na Compor Comunicação, na função de assessora de imprensa. n Rafaela Artero do Nascimento, que esteve por 9 meses, até janeiro, na Máquina CW, como executiva exclusiva da conta da C&A, começou em abril como atendimento na FSB Holding. Ela foi anteriormente da 4Influence. n Raul Juste Lores, ex-Folha de S.Paulo e atual colunista da CBN, integra agora o board do Museu de Arte de São Paulo (Masp) na função de diretor estatutário. A nomeação acontece, como ele diz em seu Linkedin, “no meio de ampliação, restauro cuidadoso e uma programação de dar muito orgulho”. n Renata Rosa, que vinha atuando como freelancer, começou em abril como atendimento sênior na Máquina CW. Antes, foi executiva de atendimento na Kubix por pouco mais de dois anos. Ela também já esteve em LF Comunicação Corporativa, Jô Ribes e Communica Brasil. n Yasmin Paneto foi contratada como assessora de imprensa pela agência AFonte Comunica. Chega após ter concluído estágio de 1 ano e meio na Make Buzz Comunicação. Licença-maternidade n Ana Carla Lopes, head de reputação e comunicação corporativa no Grupo Boticário, em São Paulo, ali atuando desde fevereiro de 2021. n Vanessa Motta, head de reputação e comunicação Brasil na Natura & Co, em São Paulo, na empresa desde outubro de 2023. Marcos Ciaravolo de Moraes Naiara Azevedo Nicolle Garcia Rafaela Artero do Nascimento Raul Juste Lores Renata Rosa Yasmin Paneto Ana Carla Lopes Vanessa Motta Dança das contas Ágora passa a atender à Diageo

Edição 1.462 página 11 conitnuação - Comunicação Corporativa n A Invitro está realizando uma pesquisa que busca mapear a relação das ações de ESG das empresas com o engajamento dos funcionários. Uma primeira parte desse estudo já foi realizada em Portugal, via braço europeu da agência, e apresentada no Planetiers World Gathering 2023, evento dedicado a inovações sustentáveis realizado em Aveiro, Portugal, em outubro passado. Agora, a agência está ouvindo empresas no Brasil para ampliar esse estudo e levantar quais ações as companhias estão desenvolvendo sobre o tema, de que maneira os colaboradores estão sendo informados internamente, em que medida se engajam, e se a postura empresarial se reflete no senso de pertencimento. u O estudo é aberto a todas as organizações interessadas, as quais podem, inclusive, ter acesso às conclusões da etapa já realizada em Portugal. Outras informações com Vitor Miranda ([email protected]), CEO da Invitro, ou Thaís Naldoni (thais.naldoni@), diretora de Conteúdo Latam. E mais... n A Mega Brasil realiza nesta quinta-feira (23/5), das 9h às 16h10, no Hotel Travel Inn Paulista (rua Itapeva, 636), o seu 14º Seminário de Comunicação Interna e Relacionamento com Empregados, debatendo o tema Novos atores em cena – Como os empregados estão influenciando a comunicação dentro e fora das organizações, com a participação de Carime Kanbour (Klabin), Carol Prado (Intel), Daniela Bittencourt (Unico), Elizeo Karkoski (P3K), Fabrício Costa (AstraZeneca), Kalil Blanco (Trama), Nêmora Reche (Syngenta), Renata Nascimento (VW), Talita Mendonça (Mapfre) e Viviane Mansi (Diageo). Renato Acciarto e Nelson Silveira, consultores, serão os mediadores do encontro, que conta com o apoio de Intel, Trama, P3K e FarolSign Comunicação; e apoio institucional de Abracom, ABCPública, ABRH-SP, Sistema Conferp/Conferp e Sinapse. n Encerra-se em 31/5 o prazo para inscrever cases na edição 2024 do Prêmio Jatobá PR com 20% de desconto. Até essa data, o desconto valerá tanto para inscrições individuais quanto para pacotes que contam adicionalmente com bonificação por volume. u Para as grandes agências e organizações empresariais, as inscrições, que custam R$ 2.480, poderão ser feitas por R$ 1.984, com um desconto de R$ 496; e para as agências-butique, de R$ 1.680 por R$ 1.344, com desconto de R$ 336. u Helio Garcia, diretor do Gecom, lembra que o desconto por volume pode ser oportuno e estratégico sobretudo para as agências (grandes e butiques), que sempre produzem inúmeros cases de qualidade para diversos clientes, que poderão, desse modo, ter a experiência de participar da mais importante premiação de PR da América Latina. Ele exemplifica: “Se uma grande agência pensa em inscrever, por exemplo, dez cases de dez clientes, o custo cheio, que seria de R$ 24.800,00, cai, com o desconto por volume, para R$ 19.468, resultando num desconto de R$ 5.332. Se ela fizer a compra dessas dez inscrições até 31/5, vai garantir um desconto adicional de R$ 3.893,60 (20%), ficando o pacote por R$ 15.574,40. No caso das agências-butique, o mesmo pacote cairá de R$ 13.188 (R$ 16.800 no preço cheio) para R$ 10.550,40. u Thales Toffoli, também diretor do Gecom, explica que não há a necessidade de as empresas e agências terem o case pronto nessa data, pois no Jatobá as inscrições podem ser compradas antecipadamente e o case adicionado posteriormente, até a data limite das inscrições, que é 30 de setembro. u “Importante ressaltar”, diz Célia Radzvilaviez, que também integra o board do Gecom, “que todos os cases inscritos no Prêmio Jatobá PR, desde que autorizados pelos responsáveis, passam a fazer parte automaticamente do Banco de Cases da premiação, uma vitrine que já conta com mais de 1.000 trabalhos das premiações anteriores, disponíveis gratuitamente para consulta”. u Confira detalhes das inscrições antecipadas neste vídeo e faça as inscrições aqui. n A DezoitoCom PR, do Grupo Raí, conquistou a conta da Ingenico, empresa global que atua em soluções de pagamento eletrônico, com presença em mais de 170 países. A equipe de atendimento é integrada por Gustavo Brito e Lívia Campos, com direção de Antonio Lamana. n A PinePR celebra a chegada de três marcas ao portfólio de clientes: Grupo Unite, focado em soluções de atendimento ao consumidor; Truckpag, startup de meios de pagamento focada em gestão de frota pesada; e o Museu da Diversidade Sexual, primeiro museu público da América Latina dedicado à salvaguarda e promoção da memória, arte e cultura LGBTQIA+. n A Dfreire conquistou a conta da Relex Solution, empresa finlandesa que atua na cadeia de fornecimento e planejamento de varejo, presente no Brasil desde 2022. No atendimento, Marcela Lima ([email protected]. br) e Élida Gonçalves (elida@), com direção da diretora Debora Freire (debora@). Prêmio Jatobá PR Inscrições com o maior desconto (20%) encerram-se em 31/5 Organizações e agências interessadas em participar da premiação podem comprar as inscrições antecipadamente e cadastrar os cases até 30 de setembro Pelo mercado Invitro mapeia a relação das ações ESG com o engajamento de funcionários Vitor Miranda Thaís Naldoni

Edição 1.462 página 12 n Faleceu em 21/5 Daniel Japiassu Lins, que desde março de 2022 atuava como gerente de contas sênior na Inner Voice Comunicação. Em suas passagens pela comunicação corporativa, esteve também em Edelman, Paypal (duas vezes) e MSL Group. Como jornalista, foi editor no Estadão por quase 4 anos e passou por Custom Editora, Gazeta Mercantil Online, Época e CartaCapital. u Daniel lutava contra um câncer e morreu aos 52 anos. Deixou esposa, Larissa Purvini, e três filhas. O corpo seguiu para Cunha, no leste do Estado de São Paulo, para ser enterrado junto do pai, Moacir Japiassu, falecido em 2015. Daniel Japiassu Lins O adeus a Daniel Japiassu Lins Comunicação Corporativa n A Agência Pública foi selecionada entre as 11 publicações finalistas da edição 2024 do IPI-IMS Free Media Pioneer Award. A iniciativa, promovida pelo International Press Institute, reconhece o trabalho de organizações de mídia que lutam pela defesa da liberdade de imprensa, com reportagens investigativas ou práticas inovadoras. O resultado final será anunciado nesta quinta-feira (23/5), durante o Congresso Mundial do IPI em Sarajevo, capital da Bósnia. u Além da Pública, concorrem ao prêmio as plataformas Bihus. info (Ucrânia), Cenozo (Burkina Faso), Daily Maverick (África do Sul), Filastiniyat.org (Palestina), Hong Kong Free Press (Hong Kong), Kloop (Quirguistão), Organized Crime and Corruption Reporting Project, Slavko Ćuruvija Foundation (Sérvia), Tribal News Network (Paquistão) e Women in Media (Ucrânia). E mais... n A Indústria Brasileira de Árvores, entidade que representa o setor de árvores cultivadas para fins industriais, lançou a primeira edição do Prêmio Ibá de Jornalismo. A ação, que visa estimular a cobertura jornalística sobre temas relacionados ao segmento, é realizada em parceria com a Embrapa Florestas e entidades regionais de representação da indústria florestal. Ao todo, serão distribuídos R$ 36 mil em prêmios nas categorias Escrita, Rádio, TV e Veículo Setorizado. O tema da edição de estreia é O setor de árvores cultivadas como aliado no combate às mudanças climáticas. As inscrições ficam abertas até 1º de outubro. n A Fundação José Luiz Egydio Setúbal abriu as inscrições para a quarta edição do Prêmio de Comunicação Fundação José Luiz Egydio Setúbal. A iniciativa valoriza conteúdos que abordem a saúde de crianças e adolescentes. Podem participar profissionais, estudantes, entidades governamentais e da área de saúde que não sejam comerciais. O prêmio distribuirá R$ 92 mil entre os vencedores das categorias profissionais: Texto, Áudio, Vídeo e Redes Sociais. Estudantes concorrem em Texto e Audiovisual. As inscrições permanecem abertas até 26 de julho. Agência Pública é finalista em prêmio internacional sobre liberdade de imprensa Parceiro: Apoio: De Londres e de São Paulo, notícias, ideias e tendências em jornalismo, informação, desinformação e plataformas digitais Oferecimento (MediaTalks Partner):

Edição 1.460 página 13 Pesquisa ESPM/J&Cia Damos sequência ao detalhamento quinzenal do estudo A Inteligência Artificial para Jornalistas Brasileiros, realizado pelo grupo de pesquisa Tecnologias, Processos e Narrativas Midiáticas − ESPM, formado por professores do curso de Jornalismo da ESPM-SP, com parceria, apoio e divulgação do Jornalistas&Cia. O estudo foi publicado na edição especial em comemoração ao Dia do Jornalista. Os resultados da primeira fase do estudo apontam que, ao responder à questão “Eu utilizo IA em tarefas jornalísticas”, mais da metade do total de jornalistas participantes (56% de concordância, total ou parcial) afirmam usar inteligência artificial em tarefas jornalísticas. Apesar do alto índice de uso, chama atenção o percentual de profissionais que indicam não utilizar ferramentas de IA no trabalho. Mais de um terço dos jornalistas, 38,3% (discordância parcial ou total), responderam não usar. O índice de discordância total nessa questão chega a 26,5%, um em cada quatro profissionais. Demonstraram neutralidade (não concordam nem discordam) 5,7% dos respondentes. Variação por faixa etária Os números apontam que o grau de utilização de IA em tarefas jornalísticas é maior entre os mais jovens e vai caindo conforme a idade avança. Na faixa etária mais baixa, até 24 anos, o grau de concordância (parcial ou total) é de 64%. O maior índice está na faixa etária seguinte, de 25 a 34 anos, com 66,2%. A partir daí, a taxa de uso vai caindo de acordo com a faixa etária. De 35 a 44 anos a concordância é de 57,6%. De 45 a 54 anos, o índice é de 55%. Na faixa seguinte, de 55 a 64 anos, a taxa é de 53,4%. Os profissionais mais velhos, de 65 anos ou mais, têm o índice mais baixo de uso: 41,8%. Uso de inteligência artificial em tarefas jornalísticas é menor entre profissionais mais velhos, aponta pesquisa Segunda fase A pesquisa A Inteligência Artificial para Jornalistas Brasileiros terá uma segunda fase, que consistirá em entrevistas abertas, qualitativas, com o propósito de aprofundar respostas relativas ao uso de ferramentas de inteligência artificial na prática jornalística. Os jornalistas serão selecionados por representatividade de perfil. Ao todo, 254 (60%) dos respondentes da primeira fase manifestaram interesse em participar das entrevistas, que serão realizadas nos próximos meses. Responsável pelo estudo, o grupo de pesquisa Tecnologias, Processos e Narrativas Midiáticas − ESPM é formado pelos jornalistas Antonio Rocha Filho, Cicélia Pincer, Edson Capoano, Maria Elisabete Antonioli e Patrícia Rangel, professores do curso de Jornalismo da ESPM-SP. No J&- Cia, a coordenação dos trabalhos referentes à pesquisa é do diretor Eduardo Ribeiro e do editor executivo Wilson Baroncellli. 3Eu utilizo IA em tarefas jornalísticas discordo totalmente – 113 (26,5%) discordo parcialmente – 50 (11,8%) não concordo nem discordo – 24 (5,7%) concordo parcialmente – 162 (38,3%) concordo totalmente – 75 (17,7%) discordo totalmente – 24% discordo parcialmente – 12% não concordo nem discordo – 0 concordo parcialmente – 44% concordo totalmente – 20% Até 24 anos discordo totalmente – 17,6% discordo parcialmente – 6,8% não concordo nem discordo – 9,5% concordo parcialmente – 45,9% concordo totalmente – 20,3% de 25 a 34 anos discordo totalmente – 32,7% discordo parcialmente – 21,8% não concordo nem discordo – 3,6% concordo parcialmente – 32,7% concordo totalmente – 9,1% 65 anos ou mais

RkJQdWJsaXNoZXIy MTIyNTAwNg==