Edição 1.460 página 44 Pará n Dani Franco, que teve uma passagem recente pela Secom- -PA, é a diretora do Teatro Municipal de Ananindeua, inaugurado em 1º de maio. Dani também é presidente daFundação Parque Vila Maguary, onde o teatro fica localizado. n Jackie Carrera deixou a coordenação da assessoria de comunicação da Prefeitura de Ananindeua, onde estava desde 2021, e passou à chefia de gabinete do prefeito Daniel Santos. Para o lugar dela foi anunciada e apresentada Inara Soares Lins. n Mais coleguinhas deixaram a TV Liberal. Em 3/5, quem anunciou a saída foi o repórter Brenno Rayol, da editoria de Esportes. Para “variar”, Brenno seguiu para aSecom/Agência Pará, onde foi recebido com pompa e circunstância por Verinha. Outro que deixou a emissora foi o cinegrafista Diego Feitosa, que trabalhou por lá durante 14 anos. n O repórter Wesley Costa ficou pouquíssimo tempo e já deixou a rádio CBN Amazônia Belém. n No jornal Diário do Pará, houve duas mudanças: a primeira foi a chegada de Even Oliveira, que passou pela redação de O Liberal, para atuar no horário da manhã; a segunda é a saída do repórter Alexandre Nascimento, que deixa o jornal impresso após dez anos e passa para o Diário Online – DOL. n A fotógrafa Paula Lourinho está atuando na assessoria de comunicação da Secretaria de Estado de Obras – Seop, depois de ter trabalhado na OAB-Pará. n Coisa mais linda e emocionante foi o “chá de revelação”, em 6/5, para Thais Damasceno, produtora de rede do SBT Pará, que está esperando o terceiro filho. A revelação foi feita pela apresentadora Nara Bandeira, ao vivo, ao final do jornal que ela apresenta, com Thais na telinha. Thais será mamãe de mais um menino, Sérgio Neto. Parabéns! n O fotógrafo Cezar Magalhães passou uns dias de férias no Rio de Janeiro e aproveitou para ver em campo e fotografar o Botafogo, seu time do coração. No domingo (5/5), na partida em que o Bahia ganhou do Fogão por 2 x 1, Magalha encontrou-se com o também fotógrafo Wagner Meier, que trabalhou no l Diário do Pará e agora atua para a agência Getty Images, na capital carioca. (Com a colaboração de Dedé Mesquita – dedemesquita@ gmail.com) Dani Franco Jackie Carrera Inara Soares Lins Brenno Rayol Diego Feitosa Even Oliveira Paula Lourinho Nara e Thais Wagner e Cezar Tuitão do Plínio Por Plínio Vicente (pvsilva42@ gmail.com), especial para J&Cia (*) Plínio Vicente é editor de Opinião, Economia e Mundo do diário Roraima em tempo, em Boa Vista, para onde se mudou em 1984. Foi chefe de Reportagem do Estadão e dedica-se a ensinar aos focas a arte de escrever histórias em apenas 700 caracteres, incluindo os espaços. Nas quentes tardes do verão, quando o sol passeia sobre a linha do Equador, todo mundo faz das praias do Mucajaí uma piscina pública. Gente de todo canto, até mesmo das aldeias indígenas da região central de Roraima. Cauê, um menino uaimiri-atroari adotado por um casal de sitiantes, tinha pavor a tal ponto de passar ao longe da orla do rio. Até que um dia, temendo que ele pudesse se expor ao perigo se não aprendesse a nadar, o pai o levou, o encorajou e lhe deu a rabiçaca necessária para que caísse n’água. O que se viu foi incrível: flutuou como uma boia de cabaça. O pajé explicou: é a herança hereditária da sua tribo, capaz de garantir que curumim e cunhã saibam nadar ainda no ventre da mãe. feminino Bras. N.E. 1. Empurrão, repelão, empuxão. 2. (...) (Aurélio) Nas praias do rio Mucajaí Pág.1
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