Edição 1.416 página 43 Centro-Oeste Brasília n Após cinco anos na GloboNews de Brasília, a repórter Bianca Lima anunciou em 16/6 sua saída do canal. Segundo o TV Pop, ela decidiu deixar a emissora para voltar a trabalhar em O Estado de S. Paulo, onde já havia atuado antes de se transferir para a televisão. Bianca trabalhou nas versões impressa e da internet do Estadão entre setembro de 2009 e dezembro de 2017. No jornal, ela atuou na editoria de Economia e foi responsável pelo blog Nos Eixos, que utilizava gráficos e dados para falar de economia. Em e-mail enviado para colegas da GloboNews, Bianca agradeceu a repórteres, produtores, editores e editores-chefes. “Aprendi tudo de TV com vocês”, disse ela. Comunicação Corporativa-DF n João Paulo Soares (joao.p. [email protected]) está no comando da Ascom do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, de Geraldo Alckmin. E Adriana Nogueira, na coordenação-geral da área. Contatos: imprensa. [email protected] e 61- 2027-7216. n Ranier Grandé (ranier.cas [email protected]) coordena a Ascom do Ministério dos Portos e Aeroportos, de Márcio França. Victor Borges (victor.borges@ mpor.gov.br), no Núcleo de atendimento à imprensa. Demais assessores: Rafael Lessa, Fabiana Lopes, Narayane Silva, Rickson Anhaia, Amanda Calixto e Henrique Miguel. Contatos: ascom@ mpor.gov.br e 61-2029-7138. n Tânia Almeida e Ana Terra estão na Ascom do Ministério do Trabalho e Emprego, de Luiz Marinho. Contatos: imprensa@ mte.gov.br e 61-2031-4379. n A Fenaj solicitou à ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos Esther Dweck a abertura de vagas para jornalistas em novos concursos públicos federais. A iniciativa foi coordenada pela Secretaria de Mobilização dos Jornalistas em Assessoria de Imprensa da entidade. “Acompanhamos o anúncio feito na semana passada sobre o aval para novas vagas em concursos para diferentes órgãos e ministérios e o que nos chamou atenção é que em nenhum destes órgãos existem vagas para jornalistas”, comenta a secretária Márcia Quintanilha. Para ela, “é imprescindível que haja profissionais da área, concursados, nas assessorias de governos, para que estes possam ajudar no processo de comunicação e implementação das políticas de Estado, e não que haja mudança de profissionais a cada novo governo”. u Samira de Castro, presidente da Fenaj, acrescenta que mais de 1/3 dos jornalistas brasileiros (34,9%) trabalham fora da mídia, contemplando atividades como assessoria de imprensa ou comunicação, produção de conteúdo para mídias digitais ou outras ações que utilizam conhecimento jornalístico. Para a dirigente sindical, é necessário, além de abrir vagas, criar a carreira de jornalista nas administrações públicas federal, estaduais e municipais. n Após o Dia Nacional de Luta em Defesa do Diploma, realizado em 16/6, a entidade enviou carta aos 513 deputados federais solicitando apoio à aprovação da PEC 206/2012. No documento, a entidade faz um apelo para que o Legislativo “corrija o erro histórico do Supremo Tribunal Federal que, há 14 anos, acabou com o critério de acesso à profissão de jornalista no País”. A PEC altera o artigo 220 da Carta Magna, dispondo sobre a exigência do diploma de curso superior de Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo, para o exercício da profissão de jornalista. A matéria encontra-se pronta para votação pelo plenário da Casa Legislativa desde 2015. E mais... n O Ministério Público Federal encaminhou, em 23/6, ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) sugestões de alterações de assuntos nas Tabelas Processuais Unificadas, com a intenção de facilitar a identificação de episódios de assédio judicial contra jornalistas e comunicadores. Atualmente, as ações judiciais que têm como objeto conteúdo jornalístico não possuem especificações próprias, o que dificulta a pesquisa e monitoramento nos sistemas judiciais. As proposições foram debatidas pelo Fórum de Monitoramento das Violações à Liberdade de Imprensa e Assédio Judicial contra Jornalistas, com base nas sugestões das entidades Tornavoz e Abraji, participantes do fórum. Sem padronização, os processos judiciais que tratam do tema ficam misturados a outros tipos de conflitos que não possuem relação com a atividade de imprensa. n O Observatório de Causas de Grande Repercussão, que reúne o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), decidiu incluir, entre os casos que serão acompanhados, os processos de transfobia e os casos de crimes dolosos cometidos contra jornalistas. Entre os casos de grande repercussão que estão na pauta do Observatório inclui- -se o do assassinato do jornalista Valério Luiz, ocorrido em 2012, e o da jovem trans Laura Vermont, morta por cinco homens, em São Paulo. O secretário-geral do CNJ, juiz Gabriel Matos, explicou que a inclusão desses processos para acompanhamento pelo Observatório se justifica por serem casos que simbolizam graves agressões às pessoas, somados à intolerância de gênero ou à liberdade de imprensa. u O Observatório também vai acompanhar o processo relativo aos assassinatos do jornalista inglês Dom Phillips e do indigenista brasileiro Bruno Araújo, ocorrido em junho de 2022. Outros 18 processos que estão em andamento nos tribunais relativos a crimes violentos cometidos contra jornalistas foram selecionados pelo grupo. n O jornalista, escritor e cineasta Jorge Oliveira, em fase final e recuperação de um AVC no hospital Sarah, finalizou seu livro Amanhã eu volto pra contar, um relato real de seu AVC, que o imobilizou durante seis meses. Durante a recuperação, Jorge escreveu outros dois livros: Arena de sangue, sobre a morte do senador Kairala, do Acre, e Boca do Inferno, sobre Salazar e Getúlio Vargas. (Veja+) Bianca Lima deixa a GloboNews e retorna para o Estadão Bianca Lima Curtas-DF Fenaj solicita ao governo vagas para jornalistas em concursos federais. Em carta, pede aos deputados apoio à PEC do Diploma
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